quinta-feira, 16 de julho de 2015

Crítica: Cidades de Papel


E ai galera beleza?! Para aqueles que são novos no blog, afinal quem não é novo né, já que o blog só tem uma semana de vida hehe, esse é o “no escurinho do cinema” onde a gente vai sempre procurar postar críticas e boas pedidas de filmes para assistir com a família, amigos, namorado, cachorro enfim k. E hoje para começar com o primeiro post, nós do TodaNoite vamos falar do filme Cidades de Papel que acabou de estrear nas nossas salas de cinema.
           A produção é uma adaptação em live action do livro Cidades de Papel (Paper Towns, no original) do escritor John Green, que está em alta principalmente por causa de A Culpa é das Estrelas, que também é obra sua e foi adaptada para a 7ª arte, e conta a história de Quentin Jacobsen, um típico adolescente que está chegando ao fim do ensino médio, que se vê numa aventura junto com seus amigos em busca de Margo Roth Spiegelman, uma adolescente nada convencional ( para não dizer meio maluca K), que sempre foi o amor da sua vida.
O filme começa a embalar quando numa noite qualquer, Margo aparece na janela de Quentin e o chama pra ser cúmplice em uma espécie de vingança, mesmo hesitando no começo Q’ acaba indo. No Dia seguinte, M’ simplesmente desaparece, fazendo com que o cúmplice fique meio frustrado, porem ela deixa pistas dando dicas do seu paradeiro.
Mantendo um bom ritmo, o filme é bem indicado para assistir com os amigos, pois apresenta uma forte relação de amizade. Contando com cenas de humor bem interessantes, quase todas tendo como pivô Ben, amigo de Quentin, o filme diverte e aqueles que curtem “Pokemons” certamente vão gostar k.
O final, que não iremos contar obviamente, difere do final do livro, mas isso não chega a ser prejudicial, pois além de sair de um velho clichê, segue o jeito John Green de ser, sempre elaborando finais alternativos e surpreendendo seus leitores e espectadores.
 
por: Matheus G. Ramos


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